FOLIES BERGÈRE 1968

Os nossos seios estão em greve
nossas pernas
não voam longe, não vão mais
até aos sonhos do homem
Mesmo a nossa alegria
do branco dos dentes
está em greve
Não cobrem pelos nossos sorrisos
nossos lábios não são mais
cosméticos.

J.T.Parreira

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1 pensamiento:

samuca santos dijo...

caro joão,
depois de todas as histórias lidas/ouvidas sobre folies-bergère, seu poema é tocante.
abraço

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